terça-feira, 27 de maio de 2008

segunda-feira, 26 de maio de 2008

O que é Comunicação?

Publicidade


Eis que a publicidade mostra o seu talento! Quando a gente menos espera, no mais simples e sútil...
Dizem que não é arte!
Na minha humilde opinião: Arte é tudo aquilo que te emociona e te toca.

Sem mais...
Apenas veja e comprove...





Bom Dia!

Bom Dia!
Mais uma semana pós-feriado começa, mas não é qualquer semana!
É a semana pós-ÚLTIMO-feriado do ano!

Isso é alarmante, alguém vê uma luz no final do túnel?!
Não, eh nem eu!
Mas a grande roda viva que é a vida continua a girar...
Como diria a grande, se não a maior, filosofa de todos os tempos: "Quando a vida decepciona, só nos resta uma solução. Continue a nadar, continue a nadar!"
Grande sabedoria

Ah, cansei!
Mais tarde volto e posto algo mais interessante, na atual conjuntura não posso nem reclamar...
Adeus!
Não! Adeus é muito pesado,
Então até breve


sábado, 24 de maio de 2008

Frase...


Sigo em frente com um olhar no passado, um pé no futuro e de mãos dadas com o presente.



sexta-feira, 23 de maio de 2008

Sussuros...

Um velho texto:

"Eu te vi tão distante, mas eu pude sentir que era você. Corri em sua direção, então presenciei um tipo de beleza que nunca havia percebido em minha vida, era o meu coração falando sobre o amor.

Esbarrei em você então senti algo que impregnou meu corpo, seu cheiro... Uma cicatriz em minhas memórias. Não agüentei de tanto temor pelo que estava sentindo e me afugentei por de trás dos muros de minha casa.

Segui seus passos, seu cheiro até meu jardim acabar e novamente o mundo nos separar. A noite caiu rápido, sonhei com você, na verdade um pesadelo, pois minha alma me abandonou visitou a sua em um lugar inalcançável, você fugia entre meus de dedos. Acordei com a sensação de perda mais angustiante que o homem pode sentir: ter uma alma incompleta.

Naquela manhã eu senti seu perfume ao longe, corri para fora, a coragem me faltou para atravessar aquele muro que nos separava. Acompanhei o som de seus passos e seu cheiro por toda a extensão de meu jardim. Novamente você se foi e em mais uma manhã perdida em lamentos e memórias.

Outra manhã, mais uma vez a cicatriz da mente palpitou corri para o muro para sentir o som de seu caminhar, a sua fragrância me guiava, sussurrei naquela parede que nos separava todos os despejos de minha alma. Por um instante era como se estivéssemos conectados por um fio tênue que se romperia a qualquer momento, o tempo não passava o espaço não existia, o tudo deixou de ser, o nada que nunca existiu passou a ser, cai ao chão aos prantos de tanta vontade de sentir ao menos mais uma vez o seu toque. Não existia dia a ser vivido ou noite a ser sonhada, só existia aquele instante que tínhamos.

Dias...

Manhãs...

Semanas...

Sempre te seguindo.

Mais uma manhã chegou e você cruzou aquele mesmo pedaço de meio-fio, eu o segui, então veio a pior dos sentimentos a sua dor tornou-se a minha, um simples corte, veio a mim como uma faca na escuridão atravessando o nada sem direção certa. Uma única lágrima irrompeu de seus olhos e veio ao chão, seu coração batia tão forte que pude ouvi-lo, o meu o acompanhou no mesmo ritmo, uma dança sem música a ser ouvida ou corpo a ser guiado. Sua dor, minha dor, uma única dor, novamente conectados e separados. Então fiquei sabendo que você também me sentia. Eu existia não era apenas um lampejo de uma memória perdida.

Tocaste a muralha que nos separava toda manhã como se quisesse me encontrar, sua pele me acariciava sem saber que eu é que te acariciava silenciosamente.

Não suportava mais aquilo, não existia mais lugar em meus jardins ou em meu corpo para agüentar a paixão que me assolava. Corri para fora daquela prisão, cheguei do lado de fora e não vi aquele que roubaste tantas manhãs de solidão.

Uma...

Duas...

Três...

Quatro...

Lágrimas que ofuscaram minha visão.

Foi nesse momento que senti um arrepio que atravessou minha alma como um relâmpago. Seu toque clamava por atenção. Então me virei e meu olhar cruzou com o seu. Minhas lágrimas que ainda rolavam foram capazes de refletir uma história nunca antes ouvida...

Aos sussurros de uma voz muda...

Ao som das batidas do coração...

O tempo se esticou!

O espaço encolheu!

Não existia Universo que não podia ser cruzado, não havia esperança que não podia ser vivida.

Dor deixou de ser sentida e passou a ser clamada...

Prazer deixou de ser e passou a ver...

Amor que antes era tudo passou ao nada que passou a ser..."




Como é difícil começar um Blog...


A primeira postagem deve ser a mais difícil, fico imaginando qual foi o primeiro BLOG a ser escrito. Imagine a solidão de uma pessoa ao começar a expor suas idéias pelo mundo sem saber se daria certo ou não?! E o medo?!

E não é que deu! A grande dúvida da humanidade, no presente momento, é se existem mais BLOGS ou grãos de areia em uma praia.

Talvez hoje esse indivíduo olhe para trás nesse universo que ele mesmo começou e se orgulhe, imagine ser você! O BIG BANG de todos os BLOGS.

Mas agora eu que nunca fui de escrever, por falta de habilidade e de prática, fui incitado por um grupo de amigos a começar o tal Tratado do Terceiro Andar, no começo pensei: “Ah só mais um BLOG no meio de tantos”, mas depois veio aquilo, “por que não?! Pode ser divertido” Não estou perdendo nada, tudo bem que ganhar também não. Mas aqui estou tentando escrever algo interessante para colocar nesse espaço que me foi consentido.

E...

BOOM!!!

Deparei-me com a dificuldade maior, a falta de criatividade, a falta de ter algo interessante para ser lido por alguém, meus amigos, uns mais jornalistas, outros mais publicitários, conseguem transformar uma simples frase em um epíteto homérico, e eu o que!? Nada... Nem uma centelha ou rastilho do que quer que seja algo interessante para postar aqui. E o medo de errar e escrever besteiras nas quais só servirão para rirem de mim que está com medo de começar algo novo, um simples BLOG!

Ter medo de arriscar, ter medo de escrever, ter medo de botar para fora aquela tempestade de idéias que povoa e continua a nos povoar a mente. Medo, talvez, o maior dos empecilhos da humanidade.

Imagine se Napoleão ou Alexandre, grandes, tivessem medo de guerrear e dominar?! O mundo não teria história, para falar a verdade o mundo não seria mundo, seria outro mundo. E se os gregos tivessem medo de filosofar e desmistificar a sua própria mitologia? Com certeza ainda estaríamos acreditando na fúria dos deuses (isso explicaria muita coisa que acontece no mundo), mas não! Eles pensaram e foram muito além, reinventaram a si mesmos e todo um pensamento ocidental. E se Jeanne D'Arc tivesse medo dos ingleses? Os franceses não teriam uma heroína de guerra. E assim, a história foi sendo povoada por corajosos, estes sim, nunca tiveram medo de arriscar.

Minúsculo perto de Alexandre. Muito menos ambicioso que Napoleão. Burro, sim burro, perto dos gregos. E muito menos corajoso que Jeanne D’Arc. Porém, estou aqui, pondo minha cara a tapa, para rirem ou debocharem de mim. Mas estou aqui! Afinal, medo de arriscar e de fazer algo novo só tem um nome: criatividade.


"A invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Quem se defende mostra que sua força é inadequada; quem ataca, mostra que ela é abundante."
[TZU, Sun – A Arte da Guerra]